The fallen feather

I, just a lonly man without a reason
I, just a man who lose the passion
the one that lose  his own life.

Just a madness man with his broken heart
Suffocated by his feelings
Hurting and bleeding
lost and seeking
A new place to begining.

And now I see a falling feather
there nust be a angel
a angel crossing my window
and let his feater falling.

A madness man and his angel
He is not alone anymore
he wasn't alone
Always his angels was there
watching him in the sky above

I will find my fallin feather
I will find a new reason
Even the death ins't the end
Is just a new way
that all of us will take someday...

Porcelana

Por fora esbelta,
Por dentro oca.
Vangloria-se de sua singular beleza
Mal reconhece sua fragilidade
Que na primeira queda pode se estilhaçar
e aquela beleza ser resumida a pequenos pedaços
memórias vazias do que um dia já foi.

Gelada, fria, vazia
Eleva-se ao mais alto posto
enquanto se esvai de si mesma
surda pelos aplausos
cega pelos olhares
perde a sua própria voz.

Renegue-se no tempo
Esqueça a si mesmo
no final serás apenas uma bonequinha de porcelana
esquecida no fundo do armário
aquela que outrora era o centro
é posta então, à margem
em um canto frio como sua pele
Em cacos cortantes.

Uma Fortaleza

O tempo pode passar sem que você o perceba
Hoje mesmo seremos velhos cheios de rugas
Com a cabeça sem um mísero fio colorido
Mas no fundo ainda somos os mesmos


Como um rochedo, resistimos a tudo
as temperanças e tempestades dessa vida
Continuamos erguidos e firmes
Assim foi essa amizade.


Construimos, pedra a pedra,
Solidificamos com as experiências de vida
Lapidamos om nossos sorrisos
Moldamos com nossas lágrimas
e secamos ao luar.


Este templo erguido
Se estende aos céus
Não tombará, pois sob uma pedra angular foi fincado....

Estarei aqui feito pedra
esperando firmemente
escutando tudo que queres dizer
e como pedra, ser esta solidez
Nas suas desavenças.



Conversa Para Loucos (Pt. 1)

A causa de sempre
A razão inconsequente
apenas un dos perdidos...




Aqui está você novamente
O motivo de sempre certamente
O que fizeste dessa vez?
Castiga-te com uma cruel sentença
Torturas-te novamente cavanado memórias esquecidas
Levantas-te dessa tumba?
Ou apenas são os vultos que te assombram o dia todo


Venha cá e sente-se, temos algo para conversar...
Veja este espelho bem aqui perto
Olhe bem fundo na imagem nele refletida
Veja bem fundo e descreva o que vê


Tão cego para ver
tão sudo para ouvir
tão distante para sentir
-Não vejo nada ai.
-Não vejo nada além de um ser
passível de grande misericordia, lamentável.

Neste momento uma pedrada no
espelho é seu maior desejo.
Uma simples metáfora para quebrar esse pesâdelo.

Não, não vamos prosseguir, 
Não quero sair desta concha que me cerca
Menos, bem menos por favor...
Vamos tentar novamente então?
Prefere estagnar-se deste modo?
A escolha é unicamente sua...
Apenas sua.









(Ex)Conto de Fadas





Imagine se no mesmo dia 
O príncipe se transforme em sapo,
a carruagem, abóbora,
o belo vestido, trapos,
E a fada madrinha aposenta-se




Imagine agora um beijo sem paixão 
um amor sem emoção
apenas a secura dessas palavras
Um amor que se acomodou
E nesse comodismo já nem se sente mais



O estilhaçado espelho da madastra
a mentira que de tão dita
já se tornou realidade
Um conto de fantasia




Todo aquele sonho infantil
Corroe-se sutil
Desmorona em fragilidade
Dasfalece e perte cada uma de suas pétalas





Inercial

Newton em sua lei
Asim a enunciava
Um corpo em movimento
permanece em movimento
Um corpo parado
permanece parado


Permita-me pois Newton
a fazer uma pequena resalva,
uma observação demasiada válida
uma simples modificação
ou quem sabe uma aliteração?
O que acontece então com o tal "coração"?


Ora, um coração que sabe amar
continua amando
um coração que sabe perdoar
continua perdoando
é a tal "inercia"


Que tenha uma amor inercial
Que continue sempre amando
Sem que haja uma força resultante no movimento
Apenas continua amando...

O curso natural

Apenas o siga
Contemple a sua beleza
Não tente entender
Siga-o e verá a mágica acontecer!


A gota d'água segue seu caminho
Cai dos céus, se joga e se deixa levar
Segue seu curso natural
As vezes é necessário quedas de grandes penhascos
e passar entre paredões estreitos
Mas, jamais ela desvia de seu caminho

A folha da árvore bem lá no alto
Não teme a queda que virá com o outono
Apenas deixa ser abraçada
E pelo vento ser levada
Apenas para que se cumpra seu papel.

A areia que um dia já foi rocha
Faça chuva, faça sol
Lá estava a rocha aos poucos quebrando-se
Até mesmo o grande rochedo é frágil

Siga o cursno natural
Nada pendura o tempo além do necessário
Nata é eterno
Não queime etapas
Siga seu caminho  natural
Deixe os intepreismos da vida cumprirem seu papel
Deixe o tempo te ensinar!

Uma pequena parte...

Você o recebeu
como os mesmos olhos contentes de uma criança a ganhar um brinquedo novo
Ficou maravilhado, deslumbrado, encantado
E duas decisões teve que escolher: Usá-lo ou guardá-lo.


Se você guardá-lo, ele sempre estará intacto
Sempre no local onde o deixou a jamais perder de vista
e estará sempre a sua disposição.
Mas ele acumulará poeira e com o tempo, 
Pode se perder, se não receber a devida atenção

Se você preferir usá-lo, assuma o risco
Se não tiver o devido cuidado, ele se quebrará
Se não saber como agir, ele poderá se perder
Ou quem sabe cair em mãos impiedosas?
Mas sabendo de todas as desavenças insiste em assumir o risco
O veneno é doce e suave
e a vontade de provar toma conta de todo o seu ser

Quer assumir o risco?

Quer se aventurar nessa aventura?
Entrar por esse labirinto e encontrar portas vazias
que talvez nem chave possuam?
Tudo isso para que tenha no futuro histórias a contar
Tenha segredos a revelar
Emoções a desbravar
Por que uma vida vazia
Sem partes remendadas
Não é uma vida vivida.

Um vida sem tropeços, é uma vida de que não saiu do lugar
Pés limpos são pés de quem não sabe caminhar
Um corpo sem marcas não traz história
Um rosto sem marcas é inexperiente
Um face sem sorriso não é relusente
Por isso mesmo quero me lançar
Como a gota que cai no rio
e é levada pela conrenteza
Mal sabe em que mar irá desembocar


Misterioso eu sou, descobristes oras o que é que sou?

Tempo

Tempo infinito que custa a passar
Olho para esse maldito ponteiro
Que insiste em não girar
Que insiste em não passar
Que insiste nessa estagnação

Os segundos se transformam em horas
e as horas, em dias interminavéis
Parado no tempo, contando cada folha
A cair da árvore no alto da colina
Contando os grãos de areia
Que vagarosamente caem da ampulheta

Minhas mãos atadas
Minha mente fechada
Minha vista cega
Fechada...
Esee constante paradoxo a devorar-me
Essa tortura diária
Que a cada instante
Tira-me um pedaço de mim mesma

Tenho todo o tempo do mundo
E não tenho tempo a perder

Tempo maestral
Ele pode corroer e destruir
Pode construir e fortalecer
Pode mudar e fazer renascer
E quem sabe até curar
As feridas invisiveis que simples olhos não se podem ver



The Glass Prision

the whisper:
"Can you feel me?
Can you touch me?
 Can you see.."


Here I am locked in a strange world. I can feel my head burning and a great hole opening in my soul. I don´t know where I was, I don't know how I arive here... There is a empy space in my memory!

Here I am,
Locked in these street of deadlocks
Lost in these withou ending nightmare
A constant agony waits for me
And I just can't stoped... give more, more, more!
These never stoped, I thinking that I lose the control
Someone, please, take me away from here!

In these way thete is no signal,
no light hihg above you,
Just the darkness and the shadow of the moon
I became refain of myself
I wrote down my sentence
And with my own hands
I caved my grave

When all begins I was to blind to see the danger behind me... 
I am in a glass prision!
Nobody can't see my cries
Nobody will listen
Nobody will carry about
An if I asked for a help
The only thing you will recieve
Will be pointed fingers in your face
"Ha, ha, ha, you're a loser!"

Além daquela porta

Além daquela porta
um pouco além há um segredo esquecido
Um piano empoeirado
Um mistério indecifrado
E um silêncio partido.


Um vulto, um grito
Uma bala e apenas uma já foi bastante
Um corpo caído no meio da sala
e uma mancha a se formar no chão
Um tiro rasgou-lhe
Passagem apenas de ida
Certeira, para o além


Latrocínio?
Não faltava joia sequer
Suicídio?
Não haveria motivo sequer
Apenas mais uma vítima...
Um assassinato no meio da noite
A última pessoa a sair daquela porta
Antes do trágico incidente
Havia sido uma mulher...
Uma mulher qualquer
Uma razão qualquer
Um crime qualquer
e um cadáver silencioso
deixado de lado.

Marca (Pt. 2)

Não seu se é o tempo ou a vida
Ou será aquele habilidoso carpinteiro a trabalhar mentes
Ou então aquele escultor a lapitar cabeças duras
Capaz de abrir corações e quebrar os limites

O impossível é assim chamado
pois até o momento não houve um sequer
Alguém com a coragem de superar o insuperável
Alguém com a mente focada
Alguém que acredite e tenha fé
O impossível pode sim se tornar real

Olhe para essas marcas
São águas passadas
Olhe para esse rosto
Outrora coberto de lágrimas
Agora preenchido com um sorriso

Alguém que supere a noite mais longa
Alguém que supere a escuridão da vida
Alguém para desfazer e tecer os fios
...é assim que surgem sonhadores
... é assim que a vida deve ser escrita
...é assim que a vida é renascida
...é assim, e somente assim, que milagres podem acontecer!

Marca (Pt. 1)

Trago em mim todas as marcas.
Elas estão bem aqui, estampadas em minha face.
Por mais que eu as disfarce
Elas estão aqui.


O estrago já foi feito
A grande diferença está na forma de encará-lo
Se você quer insistir em se ferir
Ou quer esperar que as feridas se fechem

Quero um dia olhar para todas as marcas do passado e dizer:
-Hoje elas apenas contam história, pois já se fecharam
Essas marcas são de feridas que não mais desatinam
Mas ainda lembro de como doíam

Sim, trago em mim todas essas marcas
E trago ainda a serenidade em meus olhos
De estender as mãos, olhar para o futuro
E recomeçar e reconstruir!

Trago comingo os mesmos olhos
Olhos de uma criança
Dotados de uma pureza celestial
E de uma formidável força de vontade

Já não sou o mesmo de ontem
Pudi ver graciosidade até nas quedas
Compaixão nos erros
Mãos acolhedoras
E um colo aconchegante

[continua...]

A sorte está lançada!

Prólogo: Alea jacta est (a sorte está lançada)

Neste momento, posso me definir com um andarilho, pois sou apenas um ser a vagar pela imensidão desse mundo. No devido momento mais informações a meu respeito lhe serão ditas, por enquanto contente-se em saber apenas esta nova informação: não sou um ser qualquer. Não, não tenho em mim a pretensão de me vangloriar ou colocar-me em uma posição superior a ninguém, apenas quero dizer: não sou o que você provavelmente pensa que sou, ou talvez não, quem poderá dizer?
Por ora você já sabe que sou um ser solitário a vagar, poderia também acrescentar que o que lerá a seguir é apenas um caderno de folhas amareladas com algumas páginas rasgadas. Escritas durante essa “viagem” se assim pode ser chamada. Que a sorte seja lançada, que os pés estejam preparados para caminhar; que os ouvidos estejam limpos para escutar; que as línguas saibam o que falar e que os corações inflamem de amor.
Sim, sou um pobre andarilho a observar esse singelo planeta azul, um narrador omisso, que apenas pacientemente observa e registra o máximo que puder. Nessas andanças, contemplei as mais diferenciadas situações e pude observar sobre um diferente ponto de vista. Não reparem a simplicidade dessas anotações e deste pobre andarilho que não tem o dom da palavra.

~~ Você já leu alguns versos soltos, algumas cartas incompletas atriradas o chão, agora veja a origem desses versos, como isso tudo começou... ~~

Pétalas

Como as primeiras folhas que se desprendem do galho
Assim somos nós
Como as gotas que caem das nuvens de verão
Assim somos nós dois

Estávamos em um bom lugar
E escolhemos o abandonar
Queimar lembranças vazias
Enterrar esses fantasmas vivos
Que a noite invadem meus sonhos
E com suas pesadas correntes a arrastar.

Lembre-se da flor no alto do vale
Lembre-se da textura de suas pétalas
E de seu imenso perfume
Pois um dia, ela será despedaçada
Cada uma de suas pétalas pelo vento arrancada
Envelhecida, esquecida, desflorada.
Contudo lembre-se de como ela era
Em uma nova estação outra poderá desabrochar